Qual é chance de um novo conflito entre Rússia e Ucrânia?

Qual é chance de um novo conflito entre Rússia e Ucrânia?

Ao Ponto (podcast do jornal O Globo)

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A reunião de oito horas na quarta-feira em Paris entre representantes da Rússia, Ucrânia, Alemanha e França foi um novo capítulo em uma crise que se arrasta há anos entre Moscou e Kiev e que chega a uma tensão acirrada. Nos últimos dias, em meio a novos exercícios militares da Rússia perto da fronteira e com o envio de tropas e caças à Bielorússia, a situação piorou. O governo russo não quer perder seu poder de influência entre as antigas repúblicas soviéticas, e também não vê com bons olhos a aproximação da Ucrânia com o Ocidente nem o desejo de associação à aliança militar do Ocidente, a Otan, que se expande rumo às fronteiras russas desde o fim da União Soviética, nos anos 90. Com a tensão crescente na região, os Estados Unidos também reforçaram o envio de equipamentos militares a Kiev mesmo com a afirmação russa de não planejar invadir o território ucraniano. Os Estados Unidos não participaram da reunião de Paris mas confirmam a entrega de respostas por escrito a uma lista de demandas apresentada pela Rússia. Embora não existam detalhes sobre o conteúdo da carta, o secretário de Estado americano, Antony Blinken, afirma que ela foi escrita em coordenação com a Ucrânia e aliados, e diz que agora cabe à Rússia decidir como agir. ao ponto spotify home No Ao Ponto desta quinta-feira, o repórter de Mundo Filipe Barini conta a origem da tensão entre Rússia e Ucrânia, explica por que ela se arrasta há oito anos e qual é o risco de um conflito armado com a nova crise.
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A reunião de oito horas na quarta-feira em Paris entre representantes da Rússia, Ucrânia, Alemanha e França foi um novo capítulo em uma crise que se arrasta há anos entre Moscou e Kiev e que chega a uma tensão acirrada. Nos últimos dias, em meio a novos exercícios militares da Rússia perto da fronteira e com o envio de tropas e caças à Bielorússia, a situação piorou. O governo russo não quer perder seu poder de influência entre as antigas repúblicas soviéticas, e também não vê com bons olhos a aproximação da Ucrânia com o Ocidente nem o desejo de associação à aliança militar do Ocidente, a Otan, que se expande rumo às fronteiras russas desde o fim da União Soviética, nos anos 90. Com a tensão crescente na região, os Estados Unidos também reforçaram o envio de equipamentos militares a Kiev mesmo com a afirmação russa de não planejar invadir o território ucraniano. Os Estados Unidos não participaram da reunião de Paris mas confirmam a entrega de respostas por escrito a uma lista de demandas apresentada pela Rússia. Embora não existam detalhes sobre o conteúdo da carta, o secretário de Estado americano, Antony Blinken, afirma que ela foi escrita em coordenação com a Ucrânia e aliados, e diz que agora cabe à Rússia decidir como agir. ao ponto spotify home No Ao Ponto desta quinta-feira, o repórter de Mundo Filipe Barini conta a origem da tensão entre Rússia e Ucrânia, explica por que ela se arrasta há oito anos e qual é o risco de um conflito armado com a nova crise.
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